Acervo

ACERVO

A Notícia
Relíquia, entre os primeiros jornais editados em Foz do Iguaçu, foi lançado em 1954, sob a direção de João Lobato Machado e a gerência de Inácio Sottomaior. Opinião, iniciativas cidadãs e notícias se somavam a serviços, como a promoção, no topo da primeira página, “Conheça Fóz do Iguaçú e leve consigo a visão majestosa dos Saltos de Santa Maria, centro de atração turística internacional”, ou o anúncio da chegada da Rádio Cultura, em 1956: “Está no ar a ZYS-54.”
Período: 1953 a 1959
Acervos: Sérgio Lobato Machado, Claimar Erni Granzotto (Kunda Livraria) e Câmara de Vereadores
Edições: 25
Páginas: 200

O Trabalhador
Lançado em 1959, era de propriedade de Guaraná de Meneses, com a direção de redação exercida por Heraldo Bastos. Cobria Foz do Iguaçu e a Região Oeste, até Cascavel. Entre pautas recorrentes, os conflitos agrários, além do percurso pelos caminhos da política e os personagens da época. Em uma das chamadas, informa quando o presidente JK pretendia inaugurar a Ponte Internacional da Amizade.
Período: 1959
Acervo: Aluízio Palmar
Edições: 1
Páginas: 10

O Jornal de Foz
Em suas páginas, ao ser lançado em 1970, retratava a Foz do Iguaçu de 35 mil moradores e antevia o caminho aberto para o crescimento do turismo, com obras recém-concretizadas, como a Ponte Internacional da Amizade e a BR-277. Uma colaboradora ilustre, Ottília Schimmelpfeng, articulava passado e presente, rememorando acontecimentos e pessoas que contribuíam com a cidade.
Período: 1970
Acervo: Câmara de Vereadores
Edições: 68
Páginas: 433

Mini Informativo
Fundado e de propriedade de Ignez Sanchez de Cristo, surgiu na virada das décadas de 1960–1970, abordando o cotidiano e pautas estruturais, como o turismo, quando menos de cem mil visitantes chegavam às Cataratas do Iguaçu. Na agenda, filmes dos cinemas Star e Iguaçu; entre as oportunidades, curso para formar datilógrafo profissional.
Período: 1973
Acervos: Chico de Alencar e Aluízio Palmar
Edições: 3
Páginas: 32

Jornal Binacional
Ganhou circulação em 18 de setembro de 1974, sob a responsabilidade de W. de Deus Pereira, com o propósito de retratar a região da Itaipu Binacional para o Brasil e o Paraguai. Era voltado a pautas mais amplas sobre a região e o estado — de Itacorá, a cidade que foi submersa, às desapropriações de famílias que viviam dentro do Parque Nacional do Iguaçu.
Período: 1974
Acervo: Aluízio Palmar
Edições: 1
Páginas: 10

Hoje Foz
A primeira edição foi a da semana de 7 a 13 de setembro de 1978, com direção-geral de Sefrin Filho, edição de João Adelino de Souza e Rosalvo, tendo Rozelmo da Silva à frente do departamento comercial. Abarcou o dia a dia de Foz do Iguaçu, dos problemas sociais às políticas públicas, das obras às bandeiras coletivas, como o ensino superior.
Período: 1978 a 1980
Acervo: Rosalvo Tavares
Edições: 82
Páginas: 2.580

Informativo Unicon
Bilíngue, nos idiomas português e espanhol, foi lançado em 1978, circulou por uma década e chegou a ter tiragem de 20 mil exemplares. Foi a “voz” oficial da construção da Itaipu Binacional, registrando as primeiras intervenções e a evolução dos serviços da futura usina, bem como decisões governamentais relevantes entre os países sócios, Brasil e Paraguai.
Período: 1978 a 1988
Acervo: Itaipu Binacional
Edições: 57
Páginas: 556

Nosso Tempo
Em 3 de dezembro de 1980, as ditaduras militares do Brasil e do Paraguai, assim como o regime dos interventores e o establishment de Foz do Iguaçu, passavam a ter uma pedra no sapato. O jornal expunha as mazelas sociais da cidade e os acordos do poder e se alinhava aos pleitos pela democracia, com edição de Aluízio Palmar, João Adelino de Souza e Juvêncio Mazzarollo.
Período: 1980 a 1989
Acervo: Aluízio Palmar
Edições: 384
Páginas: 7.610

Pensamento Acadêmico
Foi um canal de informação e de mobilização da comunidade que reivindicava a criação de uma universidade pública para o Oeste. Era editado pelo Diretório Acadêmico Sete de Junho, da Faculdade de Ciências Aplicadas de Foz do Iguaçu (Facisa). Em 1986, reportou a caravana pela federalização até Brasília (DF), sem sucesso, o que resultou no pleito de instalação de uma instituição estadual de ensino superior, a Unioeste, mais tarde.
Período: 1984 a 1986
Acervos: Guatá e Aluízio Palmar
Edições: 10
Páginas: 73

Diário da Cidade
Em 8 de março de 1984 foi sua primeira edição, respondendo à demanda da cidade por um jornal diário, impulsionada pelas transformações da década inicial da construção de Itaipu. O turismo projetava expansão, e o comércio de importados era realidade. Na redação inaugural, profissionais como Lucivo Block, Luiz Maciel, Maria Adelina da Fonseca, Moiry Benatto, Murilo Simone Macedo, Ney Potto Guimarães, Rogério Bonato e Wilson Machado.
Período: 1984 a 1985
Acervo: Rogério Bonato
Edições: 24
Páginas: 192

Ponte Tancredo Neves
Edição especial histórica, de 1985, enfocava a inauguração da Ponte Internacional Tancredo Neves, ligação entre Argentina e Brasil. Editada pelo jornalista Chico de Alencar, a publicação mergulhou nos tratados e negociações, no processo de construção, nos detalhes da obra e nos benefícios para os dois países, com textos em espanhol e português.
Período: 1985
Acervo: Biblioteca Pública Municipal Elfrida Engel Nunes Rios
Edições: 1
Páginas: 20

Canal de Aproximação
Produção bimestral de comunicação oficial da Itaipu Binacional, lançada em 28 de setembro de 1986, contava, na redação, com Marie-Louise Hurtado Lima e, na coordenação, Antonio Carlos Carneiro, Egon José Tremi e Luiz Faria Siqueira. Apresentava a usina “por dentro”, por meio de seus setores e do dia a dia da operação.
Período: 1986 a 1994
Acervo: Itaipu Binacional
Edições: 65
Páginas: 787

Ponte da Amizade
Suplemento quinzenal da Folha de Londrina, o “jornal para a fronteira” constituía um guia de compras e turismo. Foi lançado em junho de 1994, tendo como diretor-presidente João Milanez, gerente da sucursal Antonio Carlos Grafietti e produção jornalística de Adenésio Zanella, Ana Maria Mejia, Mauri König, Montezuma Cruz e Ney de Souza nas primeiras edições.
Período: 1994 a 1999
Acervo: Folha de Londrina
Edições: 107
Páginas: 1.888

Mega News
Informativo da Itaipu Binacional nas décadas de 1980 e 1990, editado pela Assessoria de Comunicação Social em Curitiba (PR). Reuniu profissionais como Adenésio Zanella, Caio Francisco Coronel, Cláudio Dalla Benetta, Heloisa Covolan, Joel Sampaio, Júlio César Costa Souza e Maria Auxiliadora dos Santos.
Período: 1994 a 1996
Acervo: Itaipu Binacional
Edições: 16
Páginas: 227

Jornal de Itaipu
Consolidou o canal de comunicação institucional da empresa, representando a mudança do nome Mega News a partir de fevereiro de 1986, quando o informativo somava nove anos e 83 edições. Textos informativos valorizavam a grandiosidade da binacional, seus profissionais e suas histórias. Nesse número de transição, participaram Adenésio Zanella, Caio Coronel, Cláudio Dalla Benetta, Hélio Teixeira, Heloisa Covolan, Júlio César Souza, Maria Auxiliadora Alves dos Santos, Patricia Iunovich e Vinícius Ferreira.
Período: 1994 a 2002
Acervo: Itaipu Binacional
Edições: 48
Páginas: 822

Jornal dos Bairros
Distribuído gratuitamente, foi lançado em 1997. Editado pelo jornalista Juvêncio Mazzarollo, constituiu um radar sobre notícias e cobranças populares de todas as regiões da cidade, do então chamado São Francisco, o Morumbi, até o Porto Meira, da Vila C às Três Lagoas e ao Jardim São Paulo. Na primeira edição, entrevista com o padre Arturo Paoli.
Período: 1997 a 2003
Acervo: Juvêncio Mazzarollo
Edições: 52
Páginas: 678

REVISTAS

Fitur
De 1973, editado por Gaspar Soares dos Santos, com Irinita Oliveira na reportagem e Chico Lustosa como diagramador, constituía um guia de serviços turísticos na região trinacional. Apresentava rotas de passeios na Argentina, Brasil e Paraguai, horários de voos e ônibus, bem como telefones úteis. No jornal, curiosidades e informações sobre os atrativos.
Período: 1973
Acervo: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná
Edições: 1
Páginas: 16

Mosaicos
Com edição e direção de Mirtis Maria Valério e equipe formada por Divair Rosa Valério e Maristela Bolsi, a publicação valorizava a história e seus pioneiros, incentivava o turismo e reportava a rápida expansão da cidade. Pontuava serviços públicos e iniciativas governamentais para acomodar o redesenho urbano a partir da década de 1970.
Período: 1977
Acervo: Mirtis Maria Valério
Edições: 1
Páginas: 104

Revista da Aculfi/Cabeza
Publicação da Academia de Cultura de Foz do Iguaçu (Aculfi), rebatizada para Cabeza depois, ganhou sua primeira edição em 1998 e prosseguiu até 2003. Apresentava notícias do meio cultural, textos ficcionais e opiniões. Em suas páginas, contribuições de autores como Alexandre Saraiva, Ildo Carbonera, Jorge Gimenez, José Elias Aiex Neto, Nelson Figueira, Paulo Ferreira, Renato Maroja, Ronildo Pimentel, Valter Teixeira e Zé Beto Maciel.
Período: 1998 a 2003
Acervos: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná e José Elias Aiex Neto
Edições: 8
Páginas: 426

Revista Escrita
Publicação cultural da Associação Guatá, com a primeira edição lançada em novembro de 2004, somando mais de 50 números até 2019. Com edição de Silvio Campana, contemplava as seções “Palavras” e “Olhos”, mesclando texto e imagem a partir de autores que não tinham a arte e a literatura como ofício profissional, unidos a nomes consagrados.
Período: 2004 a 2019
Acervo: Guatá
Edições: 54
Páginas: 1.824

LIVRO

Foz do Iguaçu – Retratos
Reunindo conteúdos originais e entrevistas de pioneiros publicadas na imprensa, permanece como fonte de pesquisa sobre a história e o desenvolvimento de Foz do Iguaçu. A edição foi assinada por Chico de Alencar e Silvio Campana, com produção de textos de Juvêncio Mazzarollo, editoração de Martinho Nóbrega e edição de fotografia de Áurea Cunha.
Período: 1997
Acervo: Guatá
Edições: 1
Páginas: 202