O autor enumerava mazelas que o século recém-inaugurado havia herdado dos tempos que o calendário deixava para trás. O texto mostrava que nada era tão novo assim: as feridas estavam abertas, propícias à deterioração do tecido social.
Em breves exemplos, alertava para o risco da homogeneização crescente de ideias, conceitos. Pessimista, advertia, há duas décadas: “O sujeito dessa realidade é marcado pelo isolamento, a impessoalidade, o individualismo e o consumismo frívolo, onde qualidade de vida é confundida com quantidade de consumo.”
