O escriba, que viveu intensamente o dia a dia do jornalismo da cidade, envereda por considerações sobre a existência, a subjetividade humana e, afinal, a razão ou não de tudo. O texto inédito foi escrito exclusivamente para a Revista Escrita.
A vida, dizia ele, “passava a ter outra graça” quando o protagonista do conto se transformou numa espécie de cosmonauta a “explorar/ser” parte indissociável do Universo. Base de lançamento para tanta viagem? A sua querida Foz do Iguaçu, “adotada como terra e semente”.
