O produto, importado e comercializado pela Bolsa de Cereais de São Paulo, continha compostos químicos conhecidos como TM-TD, segundo denúncia apresentada na Assembleia Legislativa do Paraná pelo deputado Nelton Friedrich, de Toledo.
O Centro de Estudos de Toxicologia da Universidade Federal de Pelotas (RS) confirmou que o resíduo provocava artrite e desarticulação óssea em aves, além de aborto em matrizes de suínos. Granjeiros de Toledo relataram ainda irritações na pele das mãos e braços ao simples contato com o milho contaminado.
