De acordo com a reportagem, cerca de 10% da população paranaense vivia em condições de trabalho análogo à escravidão, marcada pela penúria, injustiça social e exploração. O texto destacava que os boias-frias e trabalhadores migrantes eram as principais vítimas do modelo de monocultura e do latifúndio, fatores que agravavam o desemprego e a fome em várias regiões do estado.
O Museu da Imprensa de Foz do Iguaçu é uma realização da Guatá – Cultura em Movimento, associação civil sem fins lucrativos fundada em 2004, com sede em Foz do Iguaçu.
